ETERNO RETORNO
Hoje, vi em volta de mesas de café-livraria onze escritores de textos dramáticos. Onze dos mais representados, publicado etcetritados. E iniciou-se a conversa com o facto de os encenadores, nomeadamente os do Teatro Nacional (com responsabilidades acrescidas) ignorarem o trabalho destes e de muitos outros (alguém adiantou o número 200, para a totalidade de pessoas vivas que escrevem para teatro). Claro que quando se falou em tornar "visível" o trabalho dos nossos autores, algumas pessoas se arrepiaram, por temerem que isto seja confundido com alguma facilidade. Quando será que vamos parar de nos considerarmos uns merdas mundiais e nos limitamos a trabalhar, o melhor que pudermos, com o que temos?
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